quarta-feira, 4 de maio de 2011

O Amor

Já que Jesus pode ser meu chocolate. Já que Ele mesmo se define como o Amor (I João 4:8), a partir de agora o chamarei assim: 'Amor!'.
O Amor tem me ensinado muitas coisas nestes últimos dias. É bom aprender com o Amor. É bom ir ao Amor pelo Amor e não pela Dor.
É bom saber também que quando acabamos indo pela Dor é porque nós escolhemos assim, porque rejeitamos o Amor e Ele, não se conformando com a nossa distância, coloca espinhos no nosso caminho a fim de nos atrair para Ele (Oséias 2:6).
Que Amor!


Uma das coisas que tenho aprendido é levar ao Amor minhas necessidades, inclusive aquelas que parece que Deus não pode suprir, que parece que só podem vir de homens e que, por isso, às vezes nos fazem buscar prazer, satisfação, solução em outros lugares, de outras formas, de outras fontes. Limitamos Deus, muitas vezes. Limitei Deus muitas vezes em meus pensamentos, mas a intimidade que Ele tem me dado com Ele mesmo me permitiu desabafar, contar a Ele de que eu sentia falta, o que eu queria naquele momento, com que eu estava sonhando. E Ele sobrenaturalmente me satisfez. Eu não esperava que aquilo acontecesse, esperava, no máximo, que Ele me ajudasse a me conformar com aquela falta, mas não. Ele me satisfez mais completamente, sem danos secundários e muito melhor do que se eu tivesse recebido o que minha imaginação desejava.
Pode parecer nebuloso esse meu relato e é. Não estou mesmo dando o nome aos bois para vocês, talvez haja um momento para isso. Mas o efeito deste discurso se dará quando você conseguir identificar na sua vida um desejo. Um desejo que você ache que não tenha nada a ver com Deus, que é uma coisa pessoal, que é uma coisa humana, que Deus não pode resolver.
Ouse dizer dessa sua necessidade para o Amor e surpreenda-se com a resposta dEle.


Com carinho,


Hadassa

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